Luxação congênita do joelho

Um guia para os pais

Dr. Alexandre F. de Lourenço

Ortopedia Pediátrica

O termo luxação significa que a articulação está  deslocada. Quando isso ocorre na articulação do joelho, um osso da perna é descascado ao fêmur (osso da coxa). A luxação congênita ao pensamento é uma relação relativamente rara quando comparada com uma luxação congênita do quadril (articulação do fêmur com a bacia).

Muitas vezes é confundido com hiperextensão congênita do joelho, quando não há um movimento real de tíbia e a articulação tem o arco de movimento normal (trata-se apenas de uma forma intrauterina, que não deve ser motivo de preocupação).

A etiologia, ou seja, a causa da luxação congênita do primeiro também é um fator mecânico envolvido, uma vez que eles estão na posição pélvica (sentados). Entretanto, esse não é o único fator na genética da luxação do joelho. Existem estudos relacionados com a articulação do joelho, as articulações do joelho, as alterações do músculo da articulação (quadríceps), o deslocamento da rótula (rótula), além de estar associado a outras deformidades como a luxação do quadril e pés calcâneos-valgos.

O exercício é feito pelo exame físico, que evidencia a limitação da flexão do joelho. A gravidade da deformação varia muito e é classificada em 3 graus. No  grau I  , a forma mais comum, a volta é o joelho para ser fletido até cerca de 60 graus; no  grau II  o joelho consegue fletir até cerca de 30 graus e não  grau III , o joelho está totalmente deslocado, dobrado ao contrário e não se consegue manter-se numa posição reta.

A radiografia pode ser útil para demonstrar a importância de fazer o acompanhamento do tratamento. Muitas vezes usa-se uma ultrassonografia para evidenciar melhor as superfícies articulares e a patela, que não são sem da radiografia. O ultrassom também deve ser feito rotineiramente na articulação do quadril porque, como foi dito, tem uma alta associação de respostas da articulação nos casos de luxação do joelho.

O tratamento deve ser lançado precocemente. O método mais empregado é a manipulação para se ter uma redução (ou seja, uma flexão possível) e uma imobilização com gesso ou talas. Quando isso é iniciado logo após o parto há ótimas chances de se obter uma correção. Esse tipo de ação deve ser usado por dois meses e, em caso de não haver melhora, é necessário fazer um tratamento antecipado para iniciar um exercício, para evitar maior deformidade com peso corporal. O tratamento médico pode restabelecer o movimento normal dos casos mais difíceis, como o mostrado abaixo.